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26/04/2006 09:05:36
Capitais querem mostrar potencial turístico


http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=31416LINKCHMdt=20060426
  São Paulo - Quando se fala em turismo, principalmente num país tropical como o Brasil, a primeira imagem que vem à mente é a de pessoas relaxando em praias maravilhosas. De fato, o turismo de sol e praia representa cerca de 50% da demanda total da indústria mundial, de acordo com o papa do marketing turístico Josep Chias, dono da empresa de consultoria Chias Marketing. ‘‘Para o Brasil, a praia é um elemento importante para atrair de 50% a 60% dos turistas’’, afirma Chias.

O que, então, poderia levar turistas a aproveitar momentos de lazer em cidades sem o atrativo da areia e do mar? Algumas das principais capitais brasileiras, que não contam com estas bênçãos naturais, estão determinadas a mostrar aos viajantes que há muito o que fazer longe do guarda-sol.

Já conhecidas por abrigar eventos e pelo turismo de negócios, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre agora apostam na promoção de seu patrimônio cultural e de suas rotas gastronômicas e de compras para atrair turistas – ou ao menos fazer com que quem vá a trabalho fique mais uns dias. ‘‘Quero que o empresário se apaixone por Curitiba e venha depois com a família’’, afirma o presidente do Instituto Municipal de Turismo da capital do Paraná, Luiz de Carvalho. ‘‘Atualmente, o turismo cultural representa 10%, mas quero que o turismo de lazer passe a ser 50% do total e o de negócios a outra metade’’, emenda.

Curitiba pretende contratar a Chias Marketing para promover a cidade – só não o fez ainda por falta de verba. Enquanto isso, Belo Horizonte acaba de formalizar um contrato com Chias. ‘‘Belo Horizonte pode ser a capital da cultura, do teatro... é para isso que contratei o Chias. Ele vai me dar essa cara’’, espera o presidente da Belotur, Fernando Lana.

Outra aposta de Lana para a capital mineira é o turismo arquitetônico, baseado nas obras de Oscar Niemeyer no conjunto da Pampulha, como a Igreja São Francisco de Assis. ‘‘Niemeyer é extremamente vendável no exterior. Vou divulgar a arquitetura de Belo Horizonte para arquitetos e grupos de estudantes.’’

Em Porto Alegre, uma especialista em planejamento de marketing estratégico está à frente da Secretaria Municipal de Turismo: Ângela Baldino, ex-presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) no Rio Grande do Sul. A imagem de uma cidade associada a grandes debates – ganha depois das três primeiras edições do Fórum Social Mundial, de 2001 a 2003 – é aproveitada por ela. ‘‘Porto Alegre é uma cidade de papo-cabeça. Isso é importante no turismo porque as pessoas buscam mais experiências

do que o local’’,

afirma Ângela.
Ela quer, no entanto, que a capital gaúcha seja lembrada por mais do que isso. Duas de suas grandes apostas estão no turismo náutico e, ironicamente, no rural. ‘‘O Rio Grande do Sul só perde para o Tocantins como Estado com a capital com maior espaço rural. 30% de Porto Alegre é área rural-urbana, com produção de pêssego, uvas e locais de lazer com pesque-e-pague’’, conta. Para incentivar o turismo náutico, a secretária trabalha na recuperação do Lago Guaíba. ‘‘A restauração do cais fica pronta até o próximo semestre’’, garante Ângela.




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